Beleza que, literalmente, não põe a mesa: colorido dos corantes artificiais pode custar caro à saúde Podcast Por  arte de portada

Beleza que, literalmente, não põe a mesa: colorido dos corantes artificiais pode custar caro à saúde

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Eles deixam os alimentos mais bonitos, chamativos e, muitas vezes, irresistíveis - em especial, para a criançada. Mas esse apelo visual enorme esconde riscos igualmente grandes. Estudos da FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, apontam ligações entre o consumo de corantes artificiais e o aumento de casos de hiperatividade, obesidade, diabetes e até câncer. Outras pesquisas também associam esses aditivos a transtornos de atenção em crianças com predisposição ao TDAH e comprometimento do desenvolvimento neurológico de fetos. Por conta de tudo isso, os EUA anunciaram a retirada gradual, até o fim do próximo ano, de seis dos oito corantes sintéticos ainda usados por lá, os mesmos presentes em balas, refrigerantes, cereais e molhos. A medida reforça o banimento anterior do Red 3 (ocorrida no governo de Joe Biden), abrindo espaço para alternativas naturais, como sucos de beterraba, melancia e cenoura para tingir os alimentos.

Considerando que se trata do primeiro mundo e da influência dos EUA no mercado global, será que essa moda pega aqui no Brasil? Vamos entender as tendências com o médico cirurgião e nutrólogo, Diego Torrico, convidado do Interessa.

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